{"id":1492,"date":"2015-05-15T14:55:44","date_gmt":"2015-05-15T12:55:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www.brazilbabyaffair.org\/?page_id=1492"},"modified":"2019-01-30T10:01:47","modified_gmt":"2019-01-30T09:01:47","slug":"aparecida","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.brazilbabyaffair.org\/pt-br\/casos\/casos-resolvidos\/aparecida\/","title":{"rendered":"Aparecida"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"#introduction\">Introdu\u00e7\u00e3o<\/a><br \/>\n<a href=\"#missao\">Miss\u00e3o<\/a><br \/>\n<a href=\"#factsfigures\">Fatos e n\u00fameros<\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p><a name=\"introduction\"><\/a><\/p>\n<h4>Introdu\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"200\" height=\"300\" class=\"alignright size-medium wp-image-1416\" src=\"http:\/\/www.brazilbabyaffair.org\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/PhotoAparecida-200x300.jpg\" alt=\"PhotoAparecida\" srcset=\"https:\/\/www.brazilbabyaffair.org\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/PhotoAparecida-200x300.jpg 200w, https:\/\/www.brazilbabyaffair.org\/wp-content\/uploads\/2015\/05\/PhotoAparecida-683x1024.jpg 683w\" sizes=\"auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/> Aparecida nasceu em 1 de Outubro de 1962, na pequena cidade de Ponga\u00ed. Ela cresceu na cidade de Novo Horizonte, que se localiza a cerca de 450Km da cidade de S\u00e3o Paulo. Ela trabalhou no campo desde jovem. Ela teve dois filhos, uma filha, e a duas filhas g\u00eameas.<\/p>\n<p>A primeira filha de Aparecida e o segundo filho foram tomados dela contra sua vontade para serem adotados ilegalmente, sob a press\u00e3o, e devido a falta de suporte familiar. Ela nunca assinou nenhum documento dando consentimento para que ningu\u00e9m levasse seus filhos dela.<\/p>\n<p>V\u00e1rios anos atr\u00e1s, Aparecida procurou por seu filho e o encontrou vivendo na mesma cidade que ela. Eles t\u00eam mantido contato regular desde ent\u00e3o. No entanto, apesar da busca, ela n\u00e3o conseguiu encontrar sua filha. Dois anos atr\u00e1s, seu marido a presenteou com um computador no Natal, o que permitiu que ela continuasse a procurar por sua filha.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s de buscas di\u00e1rias, Aparecida encontrou o <a href=\"http:\/\/www.brazilbabyaffair.org\/pt-br\/casos\/casos-em-andamento\/louisa\/\">perfil de busca familiar da Louisa<\/a>. Sua filha pode ter sido v\u00edtima da ado\u00e7\u00e3o ilegal internacional, e as informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis para ambos os casos indicavam que poderia haver uma possibilidade de elas estarem buscando uma a outra. Depois de fazer contato, Aparecida e Louisa conduziram um exame de DNA para excluir essa possibilidade.<\/p>\n<hr \/>\n<p><a name=\"missao\"><\/a><\/p>\n<h4>Miss\u00e3o<\/h4>\n<p>Em mar\u00e7o de 2015, Aparecida e <a href=\"http:\/\/www.brazilbabyaffair.org\/pt-br\/casos\/casos-em-andamento\/louisa\/\">Louisa<\/a> receberam um resultado negativo de um teste de DNA que conduziram pelo <a href=\"http:\/\/www.laboratoriogene.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Laborat\u00f3rio Gene<\/a>. Apesar de desapontador, este resultado n\u00e3o desanimou os planos de Aparecida de achar sua filha, e consequentemente, a ONG come\u00e7ou a miss\u00e3o para encontr\u00e1-la. Com a ajuda do programa de televis\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.sbt.com.br\/conexaoreporter\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Conex\u00e3o Rep\u00f3rter<\/a> e \u00e0 jornalista <a href=\"http:\/\/bureaubrazilie.nl\/en\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Katy Sherriff<\/a>, Aparecida pode viajar para S\u00e3o Paulo e voltar para sua cidade natal. E devido ao apoio de Louisa, Aparecida pode ficar em S\u00e3o Paulo por diversos dias.<\/p>\n<p>Durante a miss\u00e3o, <a href=\"http:\/\/www.brazilbabyaffair.org\/pt-br\/sobre\/equipe\/diretoria\/patrick-noordoven\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Patrick<\/a> acompanhou Aparecida em todos os passos do processo, sendo o primeiro, registrar o caso no programa governamental <a href=\"http:\/\/www.caminhodevolta.fm.usp.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Projeto Caminho de Volta<\/a>, e no <a href=\"http:\/\/www.ssp.sp.gov.br\/servicos\/pessoas_desaparecidas.aspx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">departamento de pessoas desaparecidas<\/a> da pol\u00edcia do Estado de S\u00e3o Paulo. Devido ao contexto em que Aparecida e os representantes da ONG abriram este caso (trabalho de advocacy para direitos humano), eles foram, felizmente, capazes de evitar que as autoridades policiais abrissem um caso de neglig\u00eancia contra Aparecida. Isto serviu como lembrete para a ONG de que existem riscos envolvidos em buscar adotados ilegalmente. Para evitar este risco, Aparecida deveria ter registrado seu caso no per\u00edodo logo ap\u00f3s sua filha ter sido tirada dela. Felizmente, as autoridades deram a aprova\u00e7\u00e3o compuls\u00f3ria da pol\u00edcia para o registro do caso de Aparecida com o Projeto Caminho de Volta.<\/p>\n<p>Este processo de registro assegurou que o contato de Aparecida seriam acess\u00edveis permanentemente pelas autoridades oficiais, caso a filha dela tente entrar em contato no futuro. A partir disso, a miss\u00e3o da ONG focou no hospital em que Aparecida pariu sua filha. Infelizmente, de acordo com o artigo 8 da <a href=\"http:\/\/www.portalmedico.org.br\/resolucoes\/cfm\/2007\/1821_2007.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Resolu\u00e7\u00e3o CFM No. 1.821\/07<\/a>, o hospital <a href=\"http:\/\/www.hdaa.org.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Dom Ant\u00f4nio de Alvarenga<\/a> n\u00e3o tinha mais posse do arquivo em quest\u00e3o.<\/p>\n<p>Consequentemente, a miss\u00e3o da ONG acabou por se concentrar em todo os <a href=\"http:\/\/www.arpensp.org.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">registros civis<\/a> da cidade de S\u00e3o Paulo. Baseado no extensivo conhecimento sobre a pr\u00e1tica da priva\u00e7\u00e3o do direito humano \u00e0 identidade no caso <a href=\"http:\/\/www.brazilbabyaffair.org\/pt-br\/sobre\/historia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Brazil Baby Affair<\/a> e na pr\u00e1tica de <a href=\"http:\/\/www.senado.gov.br\/noticias\/Jornal\/emdiscussao\/adocao\/realidade-brasileira-sobre-adocao\/adocao-a-brasileira-ainda-e-muito-comum.aspx\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ado\u00e7\u00f5es nacionais ilegais<\/a>, a miss\u00e3o da ONG salvaguardou uma abordagem de apoio de dois passos que assegurava a Aparecida ao acesso garantido do registro civil de nascimento de sua filha.<\/p>\n<p>Apesar da identidade falsa que sua filha recebeu ap\u00f3s sua ado\u00e7\u00e3o ilegal, a ONG usou sua experi\u00eancia para conduzir um processo de exclus\u00e3o seguro de todas as filhas \u201cimposs\u00edveis\u201d. Primeiro requisitaram uma busca de todas as filhas poss\u00edveis usando par\u00e2metros definidos da data de nascimento da filha de Aparecida. Em seguida, uma busca extensiva foi conduzida de todas as filhas poss\u00edveis registradas dentro do per\u00edodo de algumas semanas ap\u00f3s o nascimento da filha de Aparecida, como uma primeira garantia. Em terceiro lugar, a ONG fez um requerimento no <a href=\"http:\/\/www.tjsp.jus.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Tribunal Civil de S\u00e3o Paulo<\/a> para garantir que uma ordem a corte para conduzir a busca em todos os cart\u00f3rios civis de S\u00e3o Paulo com os mesmos par\u00e2metros definidos mas dentro de um espa\u00e7o de tempo maior.<\/p>\n<p>O resultado dessa abordagem integral e, em teoria, \u00e0 prova de falhas, foi preparada com base no conhecimento de Aparecida \u00e0 respeito do nascimento de sua filha. No entanto, neste caso, isso significa que a <a href=\"http:\/\/www.brazilbabyaffair.org\/pt-br\/sobre\/ong\/missao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">miss\u00e3o<\/a> da ONG n\u00e3o \u00e9 a de contatar a filha de Aparecida, j\u00e1 que ela n\u00e3o \u00e9 uma v\u00edtima de um caso Brazil Baby Affair mas, em vez disso, de uma ado\u00e7\u00e3o nacional ilegal. Como consequ\u00eancia, ela e\/ou sua fam\u00edlia adotiva podem n\u00e3o estar (completamente) informados de sua identidade original, o que faz com que a situa\u00e7\u00e3o se torna extremamente sens\u00edvel.<br \/>\nNo entanto, durante a ajuda que deram a Aparecida, a ONG providenciou a possibilidade de que ela estabelecesse contato com sua filha. A ONG recomendou fortemente que, caso obtivessem sucesso em estabelecer contato com sua poss\u00edvel filha, conduzissem um exame de DNA para confirmar a rela\u00e7\u00e3o delas.<\/p>\n<p>Em agosto de 2015, Aparecida recebeu a confirma\u00e7\u00e3o deste teste de DNA. Infelizmente, a fam\u00edlia adotiva de sua filha nunca foi informada sobre a ado\u00e7\u00e3o ilegal e portanto, a filha de Aparecida deseja permanecer an\u00f4nima por enquanto.<\/p>\n<hr \/>\n<p><a name=\"factsfigures\"><\/a><\/p>\n<h4>Fatos e n\u00fameros<\/h4>\n<p>A filha de Aparecida nasceu no dia <strong>18 de Junho de 1981<\/strong> de parto normal, perto das 7:00 horas da manh\u00e3, na <strong>Cl\u00ednica Infantil do Ipiranga<\/strong>, agora chamado <strong>Hospital Dom Ant\u00f4nio de Alvarenga<\/strong>.<\/p>\n<h5>Ginecologista<\/h5>\n<p>Dorival Arnaldo Della Togna<\/p>\n<h5>Intermedi\u00e1rios<\/h5>\n<p>Josephina Elisa Ana Maria Muoio<\/p>\n<hr \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Introdu\u00e7\u00e3o Miss\u00e3o Fatos e n\u00fameros Introdu\u00e7\u00e3o Aparecida nasceu em 1 de Outubro de 1962, na pequena cidade de Ponga\u00ed. Ela cresceu na cidade de Novo Horizonte, que se localiza a cerca de 450Km da cidade de S\u00e3o Paulo. Ela trabalhou no campo desde jovem. Ela teve dois filhos, uma filha, e a duas filhas g\u00eameas. &hellip; <\/p>\n<div class=\"more-link-wrapper\"><a href=\"https:\/\/www.brazilbabyaffair.org\/pt-br\/casos\/casos-resolvidos\/aparecida\/\" class=\"more-link\">Continue reading<span class=\"screen-reader-text\"> &#8220;Aparecida&#8221;<\/span><\/a><\/div>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":761,"menu_order":1,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"template-full.php","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"footnotes":""},"class_list":["post-1492","page","type-page","status-publish","no-comments"],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/P59dNp-o4","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.brazilbabyaffair.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1492","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.brazilbabyaffair.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.brazilbabyaffair.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.brazilbabyaffair.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.brazilbabyaffair.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1492"}],"version-history":[{"count":10,"href":"https:\/\/www.brazilbabyaffair.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1492\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2099,"href":"https:\/\/www.brazilbabyaffair.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1492\/revisions\/2099"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.brazilbabyaffair.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/761"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.brazilbabyaffair.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1492"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}